miércoles, 8 de julio de 2009

Este texto já foi escrito a alguns anos... Tentem não levar a mal :D

Bem para a pessoa que é a primeira vez que lê um texto meu, não te preocupes eu estou bem, isto passa, e também é normal, quer dizer... já esteve bem pior, ou talvez não. Bem de qualquer maneira se quiseres que seja a última vez tens a opção de não acabares de ler. Só mais uma coisa antes de começarem a ler, é que convém depois ou antes de lerem verem o filme a que me refiro, se ainda não o viram, nunca o façam durante a leitura, é um conselho. É que isto pode originar que vocês achem que isto é parvo, o que é totalmente infundada esta acusação, caso isso aconteça terei de vos processar, pois estive uma hora para escrever isto, ou talvez não.

Bem mais uma vez estou aqui, agora para comentar o filme À Procura de Nemo. Não sei se sabem é um filme em que o peixe pai tenta achar o peixe filho. Como devem imaginar eu não vos vou contar a história, mas ao ver o filme surgem-me algumas observações, quiçá algumas perguntas existenciais. Para quem vir o filme vai ficar com a sensação que o que aprendeu até hoje está completamente errado, principalmente na questão dos seres vivos.

Então a primeira observação é a seguinte:

Não é que os raios dos peixes agora também deram para falar. Quer dizer, já não basta termos de aturar as mulheres a falar agora também os peixes!!! Porra acho que já é demais. Agora também percebo porque é que quando vou à pesca quase nunca consigo pescar nada. Pois está claro. Os raios dos peixes estão no cochicho entre ele, e depois não ligam à isca.

A segunda observação é:

Desde quando é que os peixes nos olham com olhar de mimos (por acaso até é das cenas que eu curto mais no filme). Sim aquele olhar que a gente faz quando quer alguma coisa, olhar de meiguice, de ternura e de amor. Perante esta situação vou levar o filme para os meus pais verem, que é para depois poder-me recusar a comer peixe. Sim porque um animal tão dócil como os peixes (mesmo o bacalhau) não se deviam matar para comer. Eu se a partir de hoje comer alguma vez peixe vou ficar com remorsos só de pensar no olhar que ele lançou ao cozinheiro na hora de ir para a frigideira (pensando bem isto até dá uma cena romântica, não acham?).

Terceira e ultima observação:

Eu tenho certas dúvidas, sobre o produtor do filme. É que o filme rola grande parte no oceano, até aqui não há problema, agora a questão está nos oceano(s) estarem tão limpos. Mal se vê poluição. O que me leva a desconfiar do produtor, deixando uma pergunta no ar. Não será o gajo um extra-terrestre vindo dum planeta com pouca ou quase nenhuma poluição? À pois é!!! Ele pensava que eu iria deixar fugir esta questão. Eu estou a ver daqui a algum tempo, nós terrestres a irmos a passar, por exemplo na baixa, e estar uma peixa para a seu peixo, então achas que este vestido me fica bem? Gostas do meu novo perfume? É óleo Vege. Imaginem só a cena, quando tivermos filhos eles poderem vir a casa com um ou uma peixe. Aí é que o amor poderia ser chamado de universal, não escolhia idades, raças, sexo, sendo que nas raças se incluía o ser peixo ou não ser, como dizia o Shakespeixare.

Também espero muito sinceramente que os peixes não falem porque agora o que mais faltava era também ser acordado não só pela peixeira mas também pela porra dos peixes a berrarem, e também confesso que teria durante algum tempo certos pesadelos envolvendo estas magnificas criaturas da nossa sociedade actual.


Tenho dito… e Mai’Nada

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